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Itabira, 04 de agosto de 2021

Santa Sé: mídia promova igualdade de oportunidade entre mulheres e homens

11/03/2021 . Notícias da Igreja

O igual respeito e participação entre homens e mulheres no âmbito midiático é um instrumento de paz e de segurança: disse o observador permanente da Santa Sé junto à Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), mons. Urbańczyk. Um primeiro passo, neste sentido, é “o reconhecimento da importância da participação e do compromisso das mulheres em todos os aspectos da vida cultural, social, política e econômica”, reitera a Santa Se

“Promover a igualdade de respeito e participação de mulheres e homens dentro dos meios de comunicação de massa e por eles é um passo necessário e vital para promover a paz e a segurança sustentável.”

Foi o que disse o observador permanente da Santa Sé junto à OSCE (Organização para Segurança e Cooperação na Europa), com sede em Viena, na Áustria, mons. Janusz Urbańczyk, por ocasião, esta terça-feira, 9 de março, da primeira reunião suplementar sobre a dimensão humana, centralizada no tema “Liberdade dos meios de comunicação e igualdade de gênero”.

Informação – verdade, liberdade, justiça e solidariedade

“A sociedade tem direito a uma informação baseada na verdade, liberdade, justiça e solidariedade”, acrescentou o representante vaticano. Recordando, em seguida, que o trabalho da mídia “está a serviço do bem comum”, o prelado reiterou a necessidade de que este se baseie na promoção e proteção da dignidade humana, de modo a ter “um impacto positivo na paz e na segurança”.

Tudo isso é importante porque “a pessoa e a comunidade humana são o fim e a medida do uso dos meios de comunicação social”, explicou o  observador permanente da Santa Sé.

A informação deve ser correta, objetiva e equilibrada

Daí, o chamado à obrigação da mídia e dos jornalistas de estarem a serviço do bem comum “fornecendo informações corretas, objetivas e equilibradas”, para que “os políticos e a comunidade internacional possam tomar decisões responsáveis e baseadas nos fatos”.

Os jornalistas têm “um papel importante” que “se torna ainda mais evidente em situações de conflito”, porque podem “fornecer ao mundo uma visão das guerras que as informações oficiais ou governamentais muitas vezes não são capazes de dar”, particularmente com relação ao “sofrimento humano que acompanha os conflitos”, continuou mons. Urbańczyk.

Mulheres na vida cultural, social, política e econômica

Ao mesmo tempo, o prelado polonês reiterou o compromisso da Santa Sé de “apoiar os esforços da OSCE sobre a igualdade entre mulheres e homens, incluindo o avanço da igualdade de oportunidades para as mulheres na mídia, bem como o de proteger as mulheres, especialmente jornalistas, de todos os tipos de violência”.

Um primeiro passo, neste sentido – concluiu o representante vaticano -, é “o reconhecimento da importância da participação e do compromisso das mulheres em todos os aspectos da vida cultural, social, política e econômica”. De fato, graças à “visão e sensibilidade” que têm, elas “podem muitas vezes ser a chave para uma avaliação mais completa da realidade”.

Isabella Piro/Raimundo de Lima – Vatican News